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Presidente brasileira se reúne com vice-premiê chinês para impulsionar laços bilaterais
2015/06/29

Brasília, 29 jun (Xinhua) -- A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, reuniu-se na sexta-feira com o vice-primeiro-ministro chinês, Wang Yang, de visita no país latino-americano, para impulsionar os laços bilaterais entre os dois países.

Wang explicou que a visita do presidente chinês, Xi Jinping, ao Brasil no ano passado delineou o plano de ação para as relações bilaterais, enquanto a visita ao país no mês passado do primeiro-ministro chinês Li Keqiang injetou um novo ímpeto à cooperação pragmática.

O funcionário chinês pediu esforços para implementar os importantes consensos atingidos pelos líderes dos dois países.

Ambas as partes devem trabalhar conjuntamente para estabilizar o volume do comércio bilateral, fortalecer a cooperação em investimento, capacidade produtiva, infraestrutura, finanças e agricultura a fim de impulsionar ainda mais sua cooperação pragmática, disse Wang.

Também devem fazer esforços para melhorar os intercâmbios pessoais e aumentar a coordenação nos assuntos internacionais, acrescentou.

Por outro lado, Rousseff valorizou as visitas ao Brasil do presidente Xi e do primeiro-ministro Li, e destacou que as visitas consolidaram a parceria estratégica abrangente entre os dois países.

Rousseff elogiou os esforços realizados pelo Comitê de Coordenação e Cooperação de Alto Nível China-Brasil (COSBAN), que impulsionou de maneira efetiva a cooperação pragmática bilateral.

O Brasil dá grande importância às relações com a China e quer ampliar o comércio bilateral e a cooperação em investimento com o país asiático, disse Rousseff.

Wang e o vice-presidente brasileiro, Michel Temer, copresidiram na sexta-feira o quarto encontro do COSBAN.

Ao apontar que a China tem sido o maior parceiro comercial do Brasil durante seis anos, enquanto o Brasil tem sido um os 10 maiores parceiros comerciais da China por cinco anos consecutivos, Wang enfatizou que a maior tarefa para a atual reunião do COSBAN é impulsionar a cooperação pragmática entre os dois países.

As duas partes concordaram em estabelecer um fundo comum de US$ 20 bilhões para reforçar os projetos cooperativos destinados a impulsionar a capacidade produtiva na China e no Brasil.

Eles também concordaram nas listas respectivas de áreas prioritárias e de projetos específicos na cooperação bilateral de capacidade produtiva.

Especialistas dos dois países discurtiram sobre o plano de trabalho para a construção de uma linha ferroviária transcontinental plenajada para atravessar o Brasil e o Peru e conectar as costas atlântica e pacífica da América do Sul, e concordaram em começar a pesquisa de campo. Fim

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