| Tibetologista espanhol nega que desenvolvimento do Tibet danifique cultura local | ||
| (2009-10-23) | ||
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Roma, 23 out (Xinhua) -- O tibetologista espanhol Juan Ignácio Preciado Idoeta disse quinta-feira que o desenvolvimento do Tibet, no sudoeste da China, não prejudicou a cultura local, tal como dizem as mentiras propagadas pelo Dalai Lama. Em um fórum sobre o desenvolvimento do Tibet, ocorrido quinta-feira em Roma, o especialista espanhol disse que o Tibet conseguiu um avanço muito rápido e surpreendente na sua modernização, e que obteve êxitos notáveis desde os anos 1950, sobretudo nos últimos anos. Algumas pessoas que aceitaram a propaganda do Dalai sobre o chamado "genocídio cultural" no Tibet creem cegamente que o desenvolvimento e a modernização implicam assimilar e transformar o povo tibetano, e que a cultura tibetana seria danificada e finalmente destruída. "Não precisamos nos preocupar com o extermínio da cultura tibetana, porque a modernização do Tibet é totalmente diferente do que aconteceu em outros paises e regiões. Pelo contrário, a cultura tibetana benefiou-se do desenvolvimento econômico da reigão", opinou o tibetologista. "O governo chinês fez grandes esforços para proteger a cultura e a religião tibetanas, tais como reformar os mosteiros, promover o desenvolvimento da arquitetura tibetana e popularizar o idioma tibetano", detalhou o espanhol. De acordo com ele, o idioma e a religião, os dois pilares básicos da cultura, são muito mais firmes do que antes. Nos últimos anos, foram construídas muitas novas escolas e a taxa de analfabetismo no Tibet caiu abruptamente, exemplificou o especialista espanhol. "A situação é muito melhor que há 50 anos, quando 90% dos tibetanos eram analfabetos. Atualmente, as crianças tibetanas podem falar sua própria língua fluentemente e escrever bem", finalizou o tibetologista espanhol. Fim | ||
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