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Especialista em tibetologia refuta críticas de países ocidentais sobre política chinesa no Tibet
2009/03/25

Washington, 25 mar (Xinhua) -- O diretor do Centro de Estudos da Cultura e História do Tibet da Academia de Ciências Sociais da China (ACSC), Hao Shiyuan, refutou terça-feira a crítica de alguns países ocidentais sobre a política chinesa no Tibet. Ele disse em um seminário realizado em Washington, Estados Unidos, que a cultura única e o meio ambiente do Tibet foram bem protegidos, e que o governo e o povo chinês fizeram grandes esforços para protegê-los nos últimos 50 anos.

Hao, que é também diretor do Instituto de Estudos em Etnologia e Antropologia da ACSC, está fazendo uma visita aos Estados Unidos com uma delegação de especialistas chineses.

Embora seja um grande desafio alcançar um balanço entre o desenvolvimento econômico e a proteção do meio ambiente, o governo central deu sempre grande importância à proteção do meio ambiente, ao mesmo tempo em que promove o desenvolvimento do Tibet, afirmou Hao.

De acordo com o especialista em tibetologia, a área de parques naturais é responsável por 15% do território total da China, em comparação com o nível médio internacional de 10%. Quanto ao Tibet, o número das parques naturais chega a 40, cerca de 30% da área total da região, muito mais alto que o nível nacional.

A fim de proteger o meio ambiente do Tibet, o governo central impulsiona de forma ativa o desenvolvimento das indústrias amigáveis com o meio ambiente, tais como o turismo na região. Graças aos esforços, o Tibet está em 1º lugar entre todas as regiões do país, ao avaliar os índices ecológicos, levando em consideração a qualidade do ar, assinalou.

"Por isso, as palavras de alguns países ocidentais sobre a China são totalmente infundadas neste assunto", manifestou.

Em termos da ligação de alguns países ocidentais com o Dalai Lama, Hao disse que parece que estes países estão sofrendo de "amnésia coletiva" sobre o que o Tibet era durante a época do Dalai.

O mundo conhece gradualmente a crueldade da servidão do Tibet que existia antes da reforma democrática de 1959 através das obras ou memórias de alguns exploradores ocidentais que fizeram aventuras ao Tibet, assinalou Hao.

A "amnésia coletiva" e o preconceito de alguns países ocidentais nos assuntos relativos ao Tibet é um reflexo da obsoleta mentalidade da Guerra Fria, disse.

O seminário, realizado no centro de Washington, foi presenciado por várias personalidades e alguns estudantes chineses nos Estados Unidos. Fim

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